Aos católicos, sobre a Quaresma e a Semana Santa em casa

Neste ano, uma parte da Quaresma, e da Semana Maior da nossa fé, deve ser rezada em casa, por conta do COVID-19.

Neste momento quaresmal é importante vivenciarmos uma quaresma encarnada com a solidão de Cristo, solidão dada nos seus 40 dias no deserto, na sua agonia no monte das oliveiras e inclusive por excelência no abandono na cruz. Convido a todos os cristãos individualmente que façam momentos de meditação e adoração ao Cristo que sofreu agonias superiores as nossas.

Deixem que a falta de celebrações nos ajude a dar mais valor ao santo mistério realizado nas celebrações, sobretudo ás Eucarísticas, que a falta de Eucaristia nos faça meditadores do seu significado de corpo e sangue de Cristo, para que quando passar esse período, possamos nos deleitar ao comungar, mais conscientes.

Que na Semana Santa, meditemos com profundida os mistérios próprios desta semana, que a cada hora meditemos os sentimentos, pensamentos, agonias e males físicos ocorridos em Cristo. No Domingo de Ramos a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém. No tríduo pascal, a paixão, morte e ressurreição de Cristo, começando na Quinta-Feira Santa a ceia em que o Cristo se entregou por nós, lavou os nossos pés, instituiu o sacerdócio, instituiu a Eucaristia, sinalizou a traição por Judas Iscariotes, se retirou para rezar e lá teve uma profundíssima agonia. Na sexta-feira da Paixão, todos os quadros da via-sacra, sobretudo o que é principal, a morte do Cristo por nós, e depois o silêncio sepulcral. No sábado Santo, o dia em contínuo silêncio que faz as nossas almas chorarem, e a noite, vivenciemos em meditação o rombo do silêncio pelo anúncio da Ressurreição, que aqui nos gloriemos. No Domingo de Páscoa, a importância da Ressureição do Cristo.

Por: Seminarista Diego Ribas

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

WhatsApp Fale conosco